(COFEN) Conselho desarticula projeto para restrição de procedimentos estéticos

Após uma intensa mobilização do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Projeto de Lei que pretendia restringir procedimentos estéticos exclusivamente a médicos foi retirado de pauta na Câmara dos Deputados. Com isso, a atuação dos enfermeiros estetas permanece garantida sob as regulamentações atuais do Cofen, que definem os critérios de especialização e prática segura. A decisão permite que o debate continue sendo feito com base em evidências técnicas e na autonomia das profissões. Para o enfermeiro ou enfermeira que escolheu a estética, notícias de restrição de mercado geram uma angústia profunda. É o medo de ver o investimento em pós-graduação e a prática diária serem invalidados por uma canetada. A retirada do projeto de pauta é um alívio, mas também um lembrete: a nossa maior defesa não é apenas a lei, mas a excelência técnica e a segurança que é entregue ao paciente. Saúde estética é uma área onde várias profissões podem e devem conviver, desde que o foco seja o bem-estar de quem está na maca. Quando a discussão sai da “queda de braço” e volta para a formação e para a segurança, todos ganham. O enfermeiro esteta conquista seu espaço não “contra” ninguém, mas pelo valor que entrega em cada procedimento, com ética e respaldo. É hora de respirar fundo e continuar mostrando a força da categoria através de um cuidado rigoroso e humano. Você atua na área da estética ou conhece colegas que vivem essa realidade? Como você percebe essa convivência entre diferentes profissões no dia a dia do cuidado estético?
(CFF) Vacina nacional contra a dengue chega ao SUS

O Governo Federal anunciou o início da vacinação contra a dengue para todos os profissionais de saúde da atenção primária do SUS. O imunizante utilizado será a Butantan-DV, a primeira vacina do mundo em dose única e 100% brasileira, protegendo contra os quatro sorotipos da doença. O Ministério da Saúde já adquiriu 3,9 milhões de doses para garantir que quem está na ponta do atendimento receba essa proteção prioritária. Muitas vezes, a gente se acostuma tanto a ser quem aplica a vacina, quem orienta o paciente e quem combate o foco do mosquito, que esquece que também somos vulneráveis. Ver a chegada de uma tecnologia nossa, pensada para a nossa realidade e em dose única, é um sopro de esperança. Para o farmacêutico, o enfermeiro, o médico e o agente de saúde que vivem o cansaço das epidemias de dengue ano após ano, essa notícia é um reconhecimento de que a sua saúde importa. É o SUS olhando para dentro e protegendo quem sustenta o sistema. No meio de tanta correria, é bom saber que, desta vez, a fila da proteção também é nossa.
Anvisa apresenta novos modelos de receituários controlados

Se você trabalha com prescrição de medicamentos controlados, sabe que a logística dos blocos amarelos (Tipo A) sempre foi um gargalo. A partir de agora o jogo mudou. A ANVISA publicou a RDC 1.000/2025, que marca o fim de uma era: a impressão oficial exclusiva pelo poder público. Agora, a responsabilidade (e a autonomia) de imprimir todos os modelos de receituários controlados passa a ser também dos profissionais e das instituições de saúde. Vamos entender o que isso significa na prática do seu consultório ou hospital, sem complicação. O que muda no seu carimbo a partir de agora? A grande novidade é a liberdade de impressão. Sabe aquela ida à Vigilância Sanitária só para buscar os blocos amarelos? Isso ficou no passado. ⚠️ O que NÃO mudou (Atenção aqui!) A autonomia aumentou, mas o controle continua rigoroso. Não é “imprimir de qualquer jeito”: Olhando para o futuro: O SNCR e a Receita Eletrônica Toda essa mudança faz parte de um plano maior da ANVISA para tornar a prescrição mais segura e rastreável. O SNCR é a plataforma que centraliza tudo isso. Fique atento: Até junho de 2026, a ANVISA promete lançar uma ferramenta dentro deste sistema para a emissão eletrônica de todos os receituários controlados. Isso será o fim definitivo do papel e um salto enorme na nossa segurança jurídica e na conveniência para o paciente. Guia Rápido de Sobrevivência: Um respiro na burocracia A gente sabe o quanto a papelada cansa. Essa mudança é um passo importante para que a gente gaste menos tempo em filas de órgãos públicos e mais tempo focados no que realmente importa: o cuidado com o paciente. Desburocratizar não é apenas facilitar a vida do médico; é garantir que o paciente não fique sem o remédio porque o “bloco acabou na Vigilância”. É humanizar o acesso. Como é a logística de receituários na sua cidade? A Vigilância local costuma ser rápida ou essa mudança vai salvar a sua rotina? Vamos trocar essa figurinha na nossa copa!
Saúde nos EUA vs. Saúde no Brasil

A gente cresce vendo filmes onde os hospitais americanos são impecáveis, tecnológicos e ultrarápidos. Mas, como quem está no “chão de fábrica” da saúde sabe que a realidade tem camadas que o cinema não mostra. Quando olhamos para os EUA comparados ao SUS, a conversa deixa de ser sobre “quem é melhor” e passa a ser sobre “quem consegue cuidar de quem”. Queremos apresentar nesse post uma análise sobre a saúde de forma geral nos EUA e comparar com a nossa saúde aqui no Brasil. Confira: Os EUA são uma referência para nós? Depende do que você está procurando. Se falarmos de tecnologia de ponta, pesquisa científica e tratamentos experimentais, sim, eles são o topo do mundo. Os maiores centros de trauma e as cirurgias mais complexas muitas vezes nascem lá. Mas, se a pergunta for sobre Saúde Pública (o cuidado com a população como um todo), os EUA são frequentemente usados em congressos mundiais como um exemplo de custo ineficiente. Eles gastam muito mais por pessoa do que o Brasil, mas têm indicadores de saúde (como mortalidade infantil em certas regiões) que assustam para um país tão rico. E como fica quem não tem dinheiro? Lá não existe uma “rede única” como a nossa. O atendimento para os mais pobres funciona através de programas específicos: Além disso, ter o hospital é uma coisa, ter o profissional disponível é outra. Nos EUA, acontece um fenômeno triste: Mas e os hospitais de médio/pequeno porte? Essa é uma excelente pergunta. Quando a gente pensa em EUA, logo vem à mente o Grey’s Anatomy, com hospitais gigantescos. Mas os EUA também tem seus Hospitais de Pequeno e Médio Porte, e é aí que a comparação com o nosso SUS fica ainda mais interessante. Nos EUA, o equivalente ao nosso hospital municipal ou àquela UPA maior são os Community Hospitals (Hospitais Comunitários) e, especificamente nas áreas rurais, os Critical Access Hospitals (CAH). Os Critical Access Hospitals são pensados para áreas onde o próximo hospital está muito longe. Eles têm regras bem parecidas com os nossos HPPs (Hospitais de Pequeno Porte): Se entrarmos em um hospital de 20 leitos no interior do Kansas e em um de 20 leitos no interior de Minas Gerais, veremos diferenças gritantes: Mas não se engane: ter uma estrutura melhor não significa que o sistema funciona melhor para a comunidade. Seguros de Vida e Planos de Saúde Diferente do Brasil, onde o plano de saúde é um “extra”, nos EUA ele é a sua única proteção. Os custos médicos americanos continuam subindo, e a dívida hospitalar ainda é a maior causa de falência pessoal por lá. Para a gente que está acostumado a tratar o paciente sem olhar para a conta bancária dele, esses valores parecem surreais. Lá a conta não é uma só. O paciente recebe vários boletos: um do hospital, um do cirurgião, um do anestesista e até um dos exames laboratoriais. Se o anestesista daquela noite estiver “fora da rede” do seguro do paciente, a conta pode triplicar. Depois de tanto falar sobre as contas e hospitais, a gente acaba chegando numa reflexão que é muito comum na nossa copa: o que a gente faz com tudo isso? Não precisamos ser “fãs” de um sistema e “inimigos” do outro. O olhar maduro é saber que podemos aprender com a eficiência deles sem abrir mão da nossa humanidade. Se pudéssemos “importar” algumas coisas da saúde americana sem trazer o modelo de cobrança, o nosso dia a dia seria muito mais leve: Inspirações da Saúde Pública dos EUA (O que podemos “importar”) Outros pontos interessantes que podemos nos inspirar: Cultura de Gestão e Processos: Lá, o fluxo do paciente é desenhado para não haver desperdício de tempo. Tudo é protocolado e medido. Isso diminui a sobrecarga da equipe porque cada um sabe exatamente o seu papel no “engrenagem”. Integração Tecnológica: O prontuário eletrônico deles realmente funciona e “conversa” entre as unidades. O médico da emergência sabe o que o cardiologista prescreveu no consultório há dois meses. Isso é segurança para o paciente e agilidade para nós. Valorização da Educação Continuada: A cultura de estar sempre se atualizando (como o TAE que comentamos antes) e o investimento em pesquisa clínica são referências. Eles entendem que o hospital também é um lugar de produzir ciência, não só de “apagar incêndio”. Manutenção Preventiva: Eles não esperam o ar-condicionado pifar ou o tomógrafo quebrar para agir. Existe um rigor com a infraestrutura que faz com que o ambiente de trabalho seja mais funcional e menos estressante. O que aprender a NÃO fazer igual
Como lidar com pacientes agressivos sem perder a humanização?

A agitação psicomotora é um dos desafios mais pesados da nossa rotina. É aquele “olho do furacão” onde a gente precisa ser, ao mesmo tempo, técnico, ágil e extremamente calmo, mesmo quando o coração está batendo a mil por hora. Lidar com um paciente agressivo ou em crise não é sobre “quem manda mais”. É sobre segurança: a dele e a nossa. E, acima de tudo, é sobre entender que, por trás daquela violência, existe um sofrimento que transbordou. A conduta para o manejo desse tipo de paciente deve envolver toda a equipe, dos profissionais da saúde à equipe de segurança. O primeiro passo: o ambiente e a palavra Antes de qualquer agulha, vem o nosso comportamento. O manejo não farmacológico é a nossa primeira ferramenta, e talvez a mais difícil de aplicar no cansaço do plantão: O remédio que acalma, mas não apaga Quando a conversa não basta, o manejo farmacológico entra em cena. Mas o objetivo aqui mudou: a gente não busca mais o “nocaute” nos dias atuais. O recurso extremo: a contenção física A contenção física nunca deve ser uma punição ou um ato de “calar” o paciente. Ela é um último recurso, usado apenas quando há risco real para ele ou para a equipe. O objetivo principal é proteger o paciente das pessoas ao redor. Se precisar conter, que seja: A equipe para contenção deve ter pelo menos 05 pessoas, que atuam de forma coordenada. Um dos profissionais, que coordena o grupo, deve se manter visível para o paciente durante todo o período. Este profissional também busca tranquilizar a pessoa agitada e transmitir segurança. As outras quatro pessoas atuam simultaneamente em cada membro do paciente, tendo o cuidado de proteger as articulações contra entorses ou distensões. Os materiais utilizados nas contenções físicas devem ser de tecido largo, não elástico e devem ser resistentes, preferivelmente as faixas específicas de contenção. Devem ser periodicamente verificadas se não estão promovendo garroteamento, edema, ou lesões na pele. Devem ser presas à base da cama, não às grades laterais, para evitar lesões vasculares e nervosas em decorrência de movimentos. Antecipando a tempestade: o que observar? Muitas vezes, a agressividade é o último estágio de um medo ou de uma frustração que não foi acolhida. Se a gente conseguir “ler” os sinais antes, o desfecho pode ser muito mais tranquilo. Então, é bom a gente ficar de olho em: O que a gente pode fazer para desarmar a crise? Referências Diretoria de Serviços de Saúde Mental – DISSAM. Protocolo: Manejo da Agitação Psicomotora Aguda Gaynes BN, Brown C, Lux LJ, et al. Estratégias para reduzir o comportamento agressivo em pacientes psiquiátricos [Internet]. Rockville (MD): Agency for Healthcare Research and Quality (EUA); julho de 2016. (Revisões de Efetividade Comparativa, nº 180.) Introdução. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK379388/
SAMU: Os desafios de constatar um óbito no asfalto

Esta semana, uma notícia gelou o coração de quem trabalha na ponta: uma médica do SAMU constatou o óbito de uma mulher no asfalto após um atropelamento, mas, na hora de remover o corpo, um socorrista percebeu movimentos torácicos. A paciente foi reanimada e hoje luta pela vida em uma UTI. Para quem está de fora, parece um erro primário. Para quem vive a realidade da rua, esse é um dos maiores pesadelos possíveis. Aqui a gente sabe que o asfalto não é o hospital. Não tem luz perfeita, silêncio ou monitores de última geração. Tem barulho, chuva, curiosos e a pressão de um relógio que corre contra você. A técnica e o caos Constatar um óbito fora do hospital (no APH) é uma responsabilidade imensa e, às vezes, traiçoeira. O protocolo do SAMU possui dois caminhos, mas ambos exigem nervos de aço: Mas por que o erro pode acontecer? Quem já atendeu no meio de uma rodovia sabe: a hipotermia (o corpo frio) e a hipotensão severa (pressão muito baixa) podem esconder os sinais de vida. O pulso fica tão fino que a luva de latex impede o tato. O barulho dos carros e das sirenes impede a ausculta. Roupas grossas ou ferragens de um carro batido dificultam ver se o tórax está subindo. No meio do caos, os nossos sentidos podem ser enganados. Na dúvida, a vida primeiro É por isso que a orientação de ouro no APH é: na dúvida, inicie a reanimação. Fora do ambiente controlado, a tecnologia é limitada. O protocolo existe para nos proteger e proteger o paciente, prevendo que se inicie as manobras e se busque ajuda especializada o quanto antes. Errar para o lado da vida — ou seja, tentar reanimar alguém que talvez já tenha partido — é sempre o caminho mais seguro para a consciência e para a ética. Um recado para quem carrega essa decisão A gente sabe que ninguém sai de casa querendo errar. O peso de uma decisão dessas no meio da rua é algo que poucos entendem. Se você trabalha no SAMU, nos Bombeiros ou no resgate rodoviário, saiba que a sua dedicação em um ambiente tão hostil é gigante. Nós somos humanos, e os nossos sentidos têm limites. Que esse caso sirva de lembrete para a gente nunca baixar a guarda, mas também para acolhermos uns aos outros na dificuldade que é decidir sobre a vida e a morte sob a luz do giroflex. Você que trabalha no APH, já viveu alguma situação onde foi difícil ter certeza se o paciente ainda estava conosco? Como você lida com a pressão de decidir parar (ou não) uma reanimação no meio da rua? Compartilha sua experiência com a gente aqui nos comentários. Ouvir quem vive o mesmo que a gente ajuda a tornar o peso da decisão um pouco mais leve.
Conheça o Primeiro Hospital Público Inteligente do Brasil!

O Sistema Único de Saúde (SUS) está prestes a dar um salto tecnológico gigantesco. Foi oficializada a parceria para a implantação do Instituto de Tecnologia de Emergência do Hospital das Clínicas (HC) da USP, que será o primeiro hospital público inteligente do SUS. Este projeto ambicioso foi idealizado pela Professora Ludhmila Hajjar e representa uma revolução na forma como o país trata pacientes graves e tempo-dependentes. O Que é um Hospital Inteligente no SUS? O Instituto de Tecnologia de Emergência é um conceito de hospital centrado na eficiência e segurança do atendimento ao paciente crítico. Ele será a 11ª unidade do Complexo HC e funcionará como um hospital central de assistência, ensino, pesquisa e inovação. Na prática, a “inteligência” do hospital será construída sobre os seguintes aspectos tecnológicos: A Chave é Vencer o Tempo A principal missão desse hospital inteligente é vencer o desafio das situações tempo-dependentes, pois em casos de Infarto Agudo do Miocárdio, Acidente Vascular Cerebral (AVC), trauma ou hemorragia, cada minuto conta. Em um AVC, por exemplo, o tempo para desobstruir uma artéria é crucial para a sobrevida e para reduzir sequelas. A medicina inteligente, por meio de sistemas automatizados e integrados, visa reduzir esse tempo de porta-agulha e de decisão clínica, proporcionando terapias personalizadas e de precisão. Um SUS Conectado Um problema crônico do nosso sistema de saúde é a fragmentação de dados: inúmeros sistemas que não se comunicam entre hospitais ou até mesmo dentro da mesma unidade. A grande inovação do Instituto Tecnológico de Emergência será criar uma linguagem universal para o atendimento de pacientes graves. A ideia é que o novo hospital esteja integrado às outras unidades da rede HC (como InCor e ICESP) e, futuramente, conectado a outras unidades de excelência em uma rede nacional. Essa integração será a base para que o modelo seja replicado em todas as regiões do Brasil. Cooperação Internacional e Investimento Bilionário A implementação desse projeto segue a tendência de países como China, Índia, Estados Unidos e Alemanha, que já investem na transformação da medicina inteligente. O Brasil busca ativamente a transferência de tecnologia, especialmente da China, para avançar no projeto. O Ministério da Saúde assinou um acordo de cooperação técnica para viabilizar o investimento junto ao Banco dos BRICS, na ordem de R$ 1,7 bilhão. Esse valor não apenas financiará o hospital inteligente, mas também uma rede nacional de serviços de alta precisão, incluindo a modernização de UTIs e unidades de excelência em todo o país. Com obras previstas para iniciar até 2026 e término em 2029, o Hospital Inteligente do HC-USP é um marco que sinaliza o compromisso do Estado em utilizar a tecnologia para oferecer um SUS mais eficiente e seguro para o paciente de alta complexidade.
11/10: Dia Mundial dos Cuidados Paliativos

Hoje, dia 11 de outubro de 2025, celebramos o Dia Mundial de Cuidados Paliativos, e o tema proposto pela Aliança Global de Cuidados Paliativos (WHPCA) de 2025 é “Achieving the Promise: Universal Access to Palliative Care”, mostrando o papel da nossa missão: levar o cuidado paliativo a todos que precisam, no momento certo. O Que São Cuidados Paliativos (CP)? Cuidados Paliativos são a abordagem que visa melhorar a qualidade de vida de pacientes (adultos e crianças) e suas famílias que enfrentam doenças que ameaçam a continuidade da vida. Logo, o foco principal é aliviar o sofrimento em todas as suas dimensões: física, psicossocial e espiritual. Logo, nosso objetivo não será exclusivamente na cura, mas sim proporcionar uma melhor qualidade de vida. Como Podemos Implementar os Cuidados Paliativos em meu Serviço? Apesar de sua importância, o Cuidados Paliativos ainda é visto por muitos profissionais como um tabu. Isso acontece por alguns motivos: Por onde iniciar o estudo em cuidados paliativos? A melhor maneira de combater o tabu é com conhecimento! Se você quer incorporar o CP na sua prática, comece por estas fontes: O que fazer para proporcionar um melhor cuidado? Qual foi a sua experiência mais marcante ao lidar com Cuidados Paliativos? Participe do nosso debate como esse tipo de cuidado transformou a vida de um paciente ou a sua própria prática profissional.
Entenda as Fases da Pesquisa Clínica para Novos Medicamentos

Acredito que você tenha visto em vários sites e jornais a notícia do estudo inovador que está usando uma proteína criada em parceria de um laboratório brasileiro e a UFRJ (por meio da pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio) para ajudar pessoas a recuperar os movimentos depois de uma lesão medular. Mas você entende em que as fases de pesquisa clínica para novos medicamentos? Essa é uma pergunta fundamental. O caminho de um novo medicamento, desde a descoberta no laboratório até a aprovação para uso na população, é longo e rigoroso, algo normal nesse mundo. E entender essas etapas ajuda a gente a valorizar a ciência e a ter paciência com o processo. O Caminho do Medicamento até a Venda: Entenda as Fases da Pesquisa O desenvolvimento de qualquer medicamento passa por fases bem definidas para garantir que ele seja seguro e eficaz. E a Pesquisa da UFRJ? Apesar dos resultados promissores relatados pelos pesquisadores, o fato de o estudo ainda estar na fase pré-clínica do ponto de vista regulatório mostra a seriedade do processo. Mesmo sendo utilizado pacientes no estudo, o número foi baixo, sendo considerado ainda um estudo acadêmico. Então o próximo passo é a fase 01 de teste. Isso não desmerece o avanço, pelo contrário, reforça que os pesquisadores e a agência reguladora estão sendo extremamente cautelosos, seguindo todos os protocolos para garantir que, se e quando a substância for aprovada, ela seja o mais segura possível. Essa jornada é longa e cheia de desafios, mas a ciência precisa ser assim. É o que garante que as inovações que chegam até nós não são apenas promessas, mas tratamentos que realmente podem transformar vidas. Estaremos na torcida!
Brasil aumenta produção de canetas emagrecedoras

A partir da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que fechou uma parceria com a farmacêutica brasileira EMS para viabilizar a produção nacional de medicamentos injetáveis usados para controle da glicemia e perda de peso. O anúncio é um grande passo para a produção autônoma e o acesso à saúde no Brasil, que aumenta a produção de canetas emagrecedoras.
