Anvisa proíbe venda de fórmulas infantis da Nestlé

Latas de fórmulas infantis da nestle

A Anvisa emitiu um alerta importante sobre alguns lotes específicos de fórmulas da Nestlé Brasil. Não é para pânico, mas é para a gente ficar atento e avisar as famílias que acompanhamos. O que está acontecendo? A própria Nestlé identificou que um ingrediente vindo de um fornecedor da Holanda pode estar contaminado com a cereulida, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. Por precaução, a empresa já começou a retirar os produtos das prateleiras de forma voluntária. Se uma criança consome um desses lotes contaminados, ela pode apresentar: Se você estiver na ponta do atendimento e receber uma família com esses sintomas, vale dar aquela checada rápida na lata que eles têm em casa. A proibição não é para todos os produtos da marca, mas atinge as linhas: No Brasil, a proibição atinge apenas alguns lotes das marcas citadas: O que fazer? De acordo com a empresa, quem tiver produtos dos lotes mencionados deve parar de usar o item imediatamente e entrar em contato com o Atendimento ao Consumidor para devolver o produto e receber o reembolso completo. Você pode falar com eles pelo e-mail falecom@nestle.com.br ou pelo telefone 0800 761 2500, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. Compartilhe com os seus pacientes.

Ambulância no engarrafamento: como agir?

samu 192 preso no transito

Você já deve ter visto aquele vídeo que circulou recentemente: um médico, no meio de um engarrafamento caótico, precisando descer da ambulância para bater no vidro dos carros e implorar que abrissem caminho. É uma cena que dói. Dói porque mostra o desespero de quem tem uma vida nas mãos e se vê bloqueado por uma fila de carros à frente. Como motoristas deveriam agir nesses casos? Preparamos um material para que você, profissional de saúde, possa divulgar e ajudar na educação de todos Ambulância no engarrafamento: uma panela de pressão Quem trabalha no SAMU, no Resgate ou nos Bombeiros sabe que a cabine da ambulância se transforma em uma panela de pressão. O som da sirene, que já é alto lá fora, vira um ruído constante que enlouquce os nervos. O condutor precisa ter olhos de águia e paciência de monge. O pessoal lá atrás precisa se equilibrar para puncionar uma veia ou fazer uma massagem cardíaca enquanto o carro balança, freia e tenta desviar do caos. É exaustivo. E quando o trânsito trava de vez, a sensação de impotência é uma das piores que um profissional de saúde pode sentir. O que os motoristas dos carros precisam saber para ajudar? Muitas vezes, as pessoas não saem da frente por maldade, mas por puro pânico ou falta de saber para onde ir. Se você puder passar essa informação adiante, ou se você mesmo estiver dirigindo, aqui está o básico para abrir o caminho: Deixar de dar passagem a veículos de emergência (ambulâncias, bombeiros, polícia) em serviço é considerado uma infração gravíssima pelo Artigo 189 do CTB:  Dica Extra: Se você for multado por avançar um radar para dar passagem, guarde evidências (como o horário e a identificação da viatura) para um eventual recurso fundamentado no artigo de prioridade de trânsito.  Um “obrigado” para quem pilota essa missão A gente sabe que nem todo mundo vai agradecer. A gente sabe que vai ter motorista que vai fechar a frente de propósito ou pedestre que vai atravessar na hora errada. Mas queria deixar aqui um abraço para você, condutor socorrista, médico e enfermeiro de APH. Vocês são os mestres da improvisação em um cenário que ninguém controla. O trabalho de vocês começa muito antes do hospital, enfrentando o sol, a chuva e o asfalto que não coopera. Se hoje o trânsito foi difícil e você sentiu que o mundo não estava ajudando, calma. Você fez o seu melhor dentro do possível. A vida que você carrega aí atrás sabe que você está lutando por ela. Você que trabalha no APH, qual foi a situação mais difícil que já passou no trânsito? E você, motorista, já sentiu aquela “trava” sem saber para onde ir quando ouviu a sirene? Vamos trocar essas experiências no nosso fórum. Faça seu registro e nos mostre o seu relato.

Qual o país com o melhor Sistema de Saúde Pública do mundo?

O Índice de Cuidados de Saúde da CEOWorld Magazine é uma análise estatística, do qual 89 países foram avaliados na qualidade geral do sistema de saúde, incluindo infraestrutura de saúde; nível técnico dos profissionais de saúde; custo (USD per capita); disponibilidade de medicamentos de qualidade e prontidão nas ações do governo. Com isso o país escolhido como a melhor saúde pública do mundo foi: Singapura. Singapura foi escolhida em 2024 como o melhor sistema de saúde pública do mundo no ranking da CEOWorld Magazine’s Health Care Index, no índice que varia entre 0 a 100. Global Health Index (GHI) : 95,29 População: 5.700.000 habitantes Excelência em cuidados Expectativa de vida de 83 anos, uma das mais altas do mundo. Baixas taxas de mortalidade infantil e materna. Foco na prevenção e promoção da saúde, com programas eficazes. Eficiência imbatível Acesso rápido a exames e procedimentos, sem filas intermináveis. Tecnologia de ponta otimiza processos e garante diagnósticos precisos. Valorização dos profissionais Salários competitivos e ambiente de trabalho positivo. Oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo. Cultura de respeito e reconhecimento pela expertise. Sustentabilidade exemplar Financiamento misto, com foco na responsabilidade individual e no uso racional dos recursos. Tecnologia e inovações otimizam custos e garantem eficiência. E o Brasil? O Brasil ocupou a 52ª posição no ranking ( GHI = 83,03). Podemos aprender algumas lições comparando com o melhor sistema do mundo: Para você, onde está a melhor saúde pública do mundo? Comente em “Conversa na Copa” e participe da discussão.

Desvendando os Princípios do SUS através da Bíblia Sagrada

Relação da bíblia e SUS cafenacopa.com.br

Neste intrigante encontro entre a Bíblia e o Sistema Único de Saúde (SUS), vamos explorar como os princípios sagrados ecoam nos fundamentos da saúde pública. Através das páginas antigas, encontramos lições que ajudam a moldar nosso sistema de cuidados e bem-estar. Vamos desvendar essas questões juntos, revelando como valores eternos se entrelaçam com políticas modernas de saúde. Universalidade: “Ele defende a causa dos oprimidos e dá alimento aos famintos. O Senhor liberta os presos, o Senhor dá vista aos cegos, o Senhor levanta os abatidos, o Senhor ama os justos. O Senhor protege o estrangeiro e sustém o órfão e a viúva, mas frustra o propósito dos ímpios.” (Salmos 146:7-9, NVI) A universalidade é um dos princípios fundamentais do SUS. Ela determina que todos os cidadãos brasileiros, sem qualquer tipo de discriminação, têm direito ao acesso às ações e serviços de saúde. Assim como o Senhor protege os oprimidos, os famintos, os cegos e os abatidos, o SUS busca oferecer cuidado a todos, independentemente de sua condição social, raça ou ocupação. Da mesma forma que o Senhor sustém o estrangeiro, o órfão e a viúva, o SUS também se preocupa com os mais vulneráveis e desamparados. Integralidade: “Não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.” (Filipenses 2:4) A integralidade busca garantir o acesso a todas as ações e serviços de saúde, incluindo a promoção, prevenção, tratamento e reabilitação. O SUS não se limita apenas a tratar doenças, mas também considera o bem-estar geral e a qualidade de vida das pessoas. O versículo nos lembra da importância de olhar para o bem dos outros, não apenas para o nosso próprio interesse. Da mesma forma, o princípio da integralidade no SUS nos incentiva a considerar todas as dimensões da saúde das pessoas. Equidade: “Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo.” (Atos 10:34-35, ACF) A equidade é um dos princípios doutrinários do SUS. A equidade se manifesta no atendimento aos indivíduos de acordo com suas necessidades. O versículo nos lembra que Deus não faz acepção de pessoas. Da mesma forma, o SUS busca tratar cada indivíduo de acordo com suas necessidades específicas. Participação Social: “Mas escolha dentre todo o povo homens capazes, tementes a Deus, dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto. Estabeleça-os como chefes de mil, de cem, de cinqüenta e de dez. Eles estarão sempre à disposição do povo para julgar as questões. Trarão a você apenas as questões difíceis; as mais simples decidirão sozinhos. Isso tornará mais leve o seu fardo, porque eles o dividirão com você. ” (Êxodo 18:21-22) A participação social é um dos princípios que reconhece a relevância da inserção da população brasileira na formulação de políticas públicas em defesa do direito à saúde. Os Conselhos de Saúde e as Conferências de Saúde são espaços participativos estratégicos que permitem a participação da população na tomada de decisões sobre políticas de saúde. O versículo nos lembra que muitos conselheiros são essenciais para salvar uma nação. Da mesma forma, no SUS, a participação de muitos atores (conselheiros, representantes da comunidade, profissionais de saúde) é fundamental para orientar e fortalecer o sistema. Descentralização: “Mas escolha dentre todo o povo homens capazes, tementes a Deus, dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto. Estabeleça-os como chefes de mil, de cem, de cinqüenta e de dez. Eles estarão sempre à disposição do povo para julgar as questões. Trarão a você apenas as questões difíceis; as mais simples decidirão sozinhos. Isso tornará mais leve o seu fardo, porque eles o dividirão com você. ” (Êxodo 18:21-22) A descentralização visa distribuir o poder e a responsabilidade sobre a saúde entre os três níveis de governo: União, estados e municípios. Cada esfera de governo tem autonomia para tomar decisões e gerenciar as políticas de saúde. Assim como Jetro aconselhou Moisés a escolher líderes capazes para dividir o fardo, o SUS busca descentralizar o poder e a responsabilidade. A descentralização permite que as decisões sejam tomadas mais próximas das necessidades locais, aliviando o peso das responsabilidades centrais. O que você achou? Conhece alguma outra passagem na Bíblia que pode servir de base para pensamentos que podemos ter na saúde pública?

Agentes Comunitários são protagonistas na saúde pública do Brasil

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Em um país com dimensões continentais e disparidades socioeconômicas como o Brasil, garantir o acesso à saúde de qualidade para toda a população é um desafio monumental. Nesse cenário, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) assumem um papel fundamental, atuando como protagonistas na construção de um futuro mais saudável para nação, melhorando assim a saúde pública do Brasil cada vez mais. Os ACS’s e ACE1s conhecem profundamente a realidade local através de visitas domiciliares e contato direto com as famílias. Com isso, eles mapeiam as necessidades da comunidade, identificando os grupos mais vulneráveis e os principais problemas de saúde. Principais desafios enfrentados pelos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias no Brasil: Os Agentes Comunitários são pilares da Estratégia Saúde da Família e peças fundamentais para o avanço da saúde pública no Brasil. Reconhecer seu valor, investir em sua formação e qualificação, e garantir condições dignas de trabalho é essencial para construir um futuro mais saudável para todos os brasileiros. Recentemente foi aprovado o piso salarial desses agentes, sempre equivalente a 02 salários mínimos, e atualmente de R$ 3.036,00, equivalente a duas vezes o salário mínimo nacional de R$ 1.518,00. A PEC 18/22 que tramita em Brasília quer elevar esse piso para o equivalente a 03 salários mínimos. Fortalecer a atuação dos ACS significa fortalecer o SUS e garantir o direito à saúde de qualidade para toda a população. Você é ou conhece algum Agente de Saúde? Dê sua opinião sobre quais são as principais dificuldades e possíveis soluções.